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segunda-feira, 13 de julho de 2015

Ronaldinho do Fluminense? Que nada, ele é do Galo!

Ronaldinho no Fluminense? Acho que o R10 está se mostrando mais Alvinegro do que nunca.


Após uma passagem discreta no futebol mexicano, porém muito destacada na mídia local, o melhor do mundo chegou ao Rio de Janeiro para mostrar que o seu coração realmente é alvinegro.

Após se despedir dos gramados na metade do ano passado, Ronaldinho nada mais é do que um torcedor do Galo e nada melhor para provar isso do que se vingando do CBFlu que tirou nosso título de 2012 de forma injusta. Título que o Ronaldo tanto desejava e que esse ano busca como torcedor.

Desde que não vista a camisa azul, até porque essa não se veste nem de brincadeira, Ronaldinho será sempre alvinegro, será sempre ídolo e idolatrado em nossas terras. E precisava de algo mais forte do que está fazendo para provar? Tirar um dos candidatos a título da disputa e logo aquele candidato que um dia tirou o Brasileiro do nosso velho R49.

Alguém acredita mesmo que o Ego alto de Fred irá aceitar assim de forma tão tranquila o destaque do Bruxo? Alguém acha mesmo que o elenco vai ficar contente com um jogador passeando em campo? Assim como as Marias iriam "se ferrar" com o Ronaldo, o caminho do Flu não será diferente.

Ronaldinho, aquele mesmo que recebeu o Galo de Prata, que chorou e prometeu que estaria conosco até o final, que chorou com o apoio da torcida e que gritou para o mundo inteiro ouvir "Aqui é Galo Porra". E cantamos juntos com ele, com a voz e coração de todos Atleticano, reverenciando o Bruxo "Êo êo Ronaldinho é o Terror".

Ele pode não estar jogando com a camisa Alvinegra, mas estará na torcida e ajudando o Galo de sua forma. Afinal Ronaldinho do Flu? Que nada, ele é e sempre será do GALO! 

domingo, 24 de fevereiro de 2013

Entrevista do R10: Um Ídolo de verdade, um ídolo Alvinegro.


Fala Nação Alvinegra!

Já estamos com saudades de ver o Galo jogar, afinal final de semana sem jogo do Galo não é a mesma coisa. Fiquei até um bom tempo sem postar nada no blog, estava sem idéia, sem o que falar. Até hoje ccerca de 12:16 começa a passar no Esporte Espetacular uma entrevista feita com o Ronaldinho Gaúcho.

O que falar sobre esse Gênio, esse Ídolo MUNDIAL que veste a camisa do Galo com uma honra que é para poucos, que representa o manto Alvinegra como poucos fazem.

Ele conseguiu captar o verdadeiro sentimento Alvinegro.

Acompanhe como foi a entrevista de Ronaldinho Gaúcho:

"Um ídolo do mundo. Reverenciado em todas as línguas, em todas as cores. Não seria estranho se virasse uma estrela, se andasse meio marrento. Mas melhor não julgar pelas aparências. Ronaldinho é um homem que chora. Um ídolo que reverencia a torcida.

- A torcida do Galo veio preencher minha vida, completar o que eu precisava. É uma coisa que jamais vou esquecer em minha vida.

A história de Ronaldinho Gaúcho com o Atlético-MG começou com uma chegada discreta.

- Em todos os clubes em que cheguei, sempre teve apresentação, teve festa. No Galo, não. Cheguei, treinei e eu fui me encontrar com a torcida no estádio.

Além disso, em Minas, foi acolhido por um amigo.

- Cuca é um amigo, é muito bom trabalhar com um amigo. Cuca jogou com meu irmão, me viu criança. Então, tenho um carinho muito grande por ele, e ele por mim, por ter me visto criança.

Ronaldinho logo ficou à vontade em Belo Horizonte.

- Aqui lembra muito minha cidade, lembra Porto Alegre. O lugar que moro é afastado do centro da cidade, do tumulto, é uma vida mais tranquila. Adoro estar perto do mato, ter um monte de bicho por perto, poder andar bem à vontade, com o pé no chão, sem camisa, largado. As pessoas falam que estou virando mineiro, mas sempre tive um jeito mineiro. Mesmo sem ser mineiro, sempre gostei de ter meu jeito mais quieto.

Mas não se deixe levar pelas aparências. Ronaldinho é gaúcho!

- Fico assustado com o que comem de queijo aqui. É um absurdo. Eles querem até queijo derretido no churrasco. Na minha terra, churrasco é churrasco. A carne é muito diferente.

Diferente é o que ele trouxe para os mineiros. Uma ginga de Porto Alegre, com influência do Rio de Janeiro.

- Lá no Sul também tem samba, tem ginga. O pessoal da comunidade ama o samba, vive disso, e eu sou cria disso, de onde me criei. Isso, desde pequeno. O Rio de Janeiro foi o paraíso para tudo o que gostava. Ali foi onde tudo aconteceu, a música, o samba.

Uma ginga diferente para celebrar cada gol. A resposta nas arquibancadas vem com o grito de Galo. Que canta todo dia, sem cansar.

- A torcida do Galo é a mais fanática que tem. Quem joga aqui, jogou aqui, se arrepia. É uma torcida que sofre, que está há 13 anos sem jogar uma Libertadores, há 41 sem ganhar um Campeonato Brasileiro, e, todo fim de semana, está presente. Meu Deus do céu, tem que ser atleticano mesmo.

Ronaldinho Gaúcho chora ao falar de dona Miguelina (Foto: Valeska Silva / Globoesporte.com)

Amor recíproco. Na alegria e na tristeza.

- Vivi muita coisa no último ano, foi difícil mesmo, mas estava lá. Na hora que minha mãe ficou doente, eles levantaram a bandeira com a cara da minha mãe, me abraçaram.

Dona Miguelina estava com câncer. Ronaldinho pensou em desistir do futebol.

- Quando minha mãe adoeceu, falei que não teria mais porque continuar. Achei que era a hora de parar e cuidar da minha mãe. Todo mundo me deu força. Agora, eu vou até o fim com o Galo. Mas minha mãe fez o último exame, está livre do câncer, de tudo. Recebi um monte de carta de atleticanos, todos disseram que estavam orando muito. A força que me deram serviu para eu continuar jogando.

Como um bom mineirinho, Ronaldinho quer retribuir.

- Imagine ganhar uma Libertadores com o Galo. Não sei o que seria. O que sei é que teria feriado de uma semana em BH.

Como um bom brasileiro, Ronaldinho ainda quer muito mais.

- Quero jogar minha última Copa do Mundo. Meu pensamento é fazer o melhor no Galo, para chegar bem à Seleção. Quem sabe a Seleção pode jogar uma semifinal aqui no Mineirão. Seria lindo poder fazer parte disso."

terça-feira, 5 de fevereiro de 2013

Recepção do Tardelli em Confins... Seja Bem Vindo de Volta Don Diego!

Seja bem vindo de volta Don Diego!


Essa massa te recebe com todo orgulho e paixão que temos pelo Galo, afinal são poucos que como você honram de coração esse manto sagrado do Galo!

Afinal como disse o nosso querido Fake mas nem por isso menos atleticano @AlexandreKaIiI disse “Porque pra gente, é muito mais importante um craque que torce, sofre e quer estar no Atlético, do que qualquer outro… porque pra nós, Tardelli é maior que Messi pelo simples fato de ser atleticano.”


Seja bem vindo de volta Diego Tardelli! O bom filho a casa torna!

No retorno ao Atlético, Diego Tardelli recebe homenagem em letra musical: "Tô Voltando"


Tô voltando




Pode ir armando o coreto
E se vestindo de branco e preto
Eu tô voltando

Põe meia dúzia de cerveja pra gelar
Bota o bandeirão na janela
Eu tô voltando

Chama a massa pra arena ocupar
Que é lá mesmo que a gente vai vibrar
Quero te abraçar, pode comemorar
Eu tô voltando

Diz para todo mundo que é torcedor
Grita que o Galo é forte e vingador
Que eu tô voltando
Não importa se no frio ou no calor
Esse time sempre foi o meu amor
E eu tô voltando

Faz uma faixa imensa para eu notar
Que eu quero é fazer a rede balançar
Quero ratatá
Pode se preparar porque eu tô voltando

Põe pra tocar o nosso hino
Volte ao tempo de menino
Eu tô voltando

Não dá folga pro rival
Diz que nosso time é o tal
Que eu tô voltando

Fala pro Cuca se alegrar
E diz pro R10 e pro Bernard
Que a gente vai arrebentar
Quero festejar!
Quero lá, lá, lá, quero lá, lá, iá
Porque eu tô voltando!


(Álvaro Fraga, a partir da letra de "Tô voltando", de Paulo Cesar Pinheiro-Maurício Tapajós)

terça-feira, 29 de janeiro de 2013

Ronaldinho é astro de documentário sobre a ascensão do Atlético-MG

Gravações começaram no fim do ano passado, durante o Campeonato Brasileiro. Expectativa é de que filme seja lançado em breve

Astro internacional, o meia Ronaldinho Gaúcho, do Atlético-MG, é o protagonista de mais uma produção cinematográfica. O Atlético-MG e o Grupo Assis Moreira (empresa do irmão do jogador) vão lançar um documentário sobre a relação do craque com o Galo, partindo do ponto da mudança da rotina do clube e a inserção do Atlético-MG novamente no cenário internacional.

O objetivo do filme é mostrar o que aconteceu no clube desde a chegada do jogador, em junho do ano passado; o reflexo da contratação sobre a torcida; e a retomada do sonho da Taça Libertadores, competição que o clube não disputava desde 2000.

O projeto está sendo executado pela produtora Movimento Filmes, de Salvador, a mesma que produziu “Bahêa Minha Vida”, sobre o Esporte Clube Bahia. O documentário é dirigido por Diego Lisboa e produzido por João Valadares. O filme ainda não tem nome definido, mas os produtores estudam a ideia de fazerem uma votação com a torcida para ajudar na escolha.

A Movimento planeja fechar o longa com duração de 50 minutos, mas isso ainda pode ser alterado, dependendo de como fluírem as gravações. A ideia é lançar o filme em breve, mas ainda não se sabe se a divulgação será nos cinemas ou em um DVD especial para os torcedores atleticanos e fãs do craque gaúcho. Mas já está certo que o filme não demorará a ser concluído, porque os produtores querem aproveitar o bom momento do clube na disputa pela competição sul-americana.

Gravações

O documentário está sendo produzido desde o ano passado, quando os idealizadores começaram a construir o roteiro. O primeiro dia de externa foi na penúltima rodada do Campeonato Brasileiro do ano passado, no jogo entre Botafogo e Atlético-MG, partida que o Galo venceu por 3 a 2, jogando no Engenhão. Nesse dia, os produtores entrevistaram torcedores e fizeram imagens do jogo.

Na manhã desta terça-feira, produtores da Movimento foram à Cidade do Galo, em Vespasiano, e gravaram com o atacante Jô. O jogador falou, entre outros assuntos, sobre a mudança no clube após a chegada do companheiro de time.

Jô cercado pela equipe da produtora que faz o filme sobre a vida de Ronaldinho

Os demais entrevistados para o longa ainda não foram todos escolhidos, mas a produtora pretende ouvir o massagista Belmiro, figura marcante no Galo e que chegou ao clube antes mesmo da conquista do Brasileiro de 1971. A Movimento tem recolhido informações com a assessoria de imprensa e o departamento de marketing do clube, para compilar dados sobre a história do Clube Atlético Mineiro e sobre as vendas de artigos do clube, em especial as camisas com o número 49, após a chegada do meia. Ainda há, inclusive, planos de gravações na Índia, onde está sendo produzido um filme com animações, também sobre a vida do craque.

sábado, 8 de dezembro de 2012

Ronaldinho Gaúcho, R49 do Galo ou R10 do Mundo?



Fala nação Alvinegra.

Está ai uma boa discussão que vem repercutindo bastante no cenário do futebol em torno do Ronaldinho Gaúcho, será que ele deveria continuar sendo o R49 do Galo, ou voltar a ser o R10 do mundo.

Como todos sabem quando o Ronaldinho chegou a camisa 10 já estava sendo utilizada pelo Guilherme, então ele adotou o R49 em homenagem a sua mãe Dona Miguelina, que estava passando por sérios problemas de saúde, então de forma a demonstrar o carinho a sua mãe o Ronaldinho se tornou o R49 do Galo.

Por que eu digo o R49 do Galo? Simplesmente por que com qualquer pessoa que você disser o R49, já o assimilam a camisa alvinegra com o número 49. Ronaldinho que ficou mundialmente conhecido como o R10, jogando pela Seleção Brasileiro, Barcelona, Flamengo sempre usando esse número.

É claro que como R10 o Ronaldinho tem mais reconhecimento pelo mundo, já tem a marca criada pela Nike. Mas será mesmo que vale a pena perder a identificação do R49 com o Galo, que todos que possuem a camisa do R49 ficarem atrasados com a nova camisa do R10?

Temos que lembrar que na Libertadores o Galo terá que usar a numeração da camisa de 1 a 25, então provavelmente Ronaldinho voltará a ser o R10 de antigamente. Isso poderá também render muito dinheiro com publicidade e com a própria marca R10 já existente, muitos atleticanos irão querer a camisa R10 em sua coleção, além de levar em conta de que a Nike ainda tem uma chance de assinar como fornecedor de material do Galo, teríamos a camisa R10 na vitrine do mundo inteiro, o que venderia muito mais, além de engrandecer o nome do Clube Atlético Mineiro em todos os cantos do mundo.

Mas e depois com o término da libertadores, será que irar voltar a ser o R49 ou continuará a ser o R10.
Muitos times já passaram por esse problema, um exemplo mesmo é o outro lado duvidoso da Lagoa, na equipe das Marias tinha o Kleber 30 que teve que se tornar o Kleber 25 para a disputa da copa continental, o que gerou muito desconforto nos torcedores simpatizantes.

Uma coisa é certa, seja R49 ou R10, Ronaldinho continua sendo do Galo, continua sendo nosso ídolo, e que boto muita fé que em 2013 é o ano do Galo, afinal 13 é Galo. Quem sabe não aparece um R13 por ai...

Deixe sua opinião nos comentários e o seu voto em nossa enquete na lateral do blog.

Qual deverá ser o Símbolo do Ronaldinho em 2013?

terça-feira, 3 de julho de 2012

Taffarel lamenta problemas financeiros no Atlético, mas diz que período foi marcante

Durante a passagem pelo Galo, ex-goleiro exerceu papel de liderança entre jogadores
Luiz Martini - Superesportes

Arquivo Estado de Minas
Taffarel se tornou ídolo dos torcedores do Atlético pelas atuações e segurança na meta
Um dos maiores goleiros de todos os tempos. O nome de Taffarel é referência quando se fala de jogadores da posição no Brasil e no exterior. Campeão mundial e conhecido por exercer espírito de liderança por onde passou, o ex-arqueiro viveu três anos e meio de sua carreira com a camisa do Atlético. Contratado num período em que o Galo passava por problemas financeiros, ele relembra o passado com o uniforme preto e branco.

“Foi excelente e marcante vestir a camisa do Atlético. Uma grande experiência. Gostei muito de Minas, de Belo Horizonte e do clube. Mesmo com o Atlético passando por problemas financeiros na época em que estive aí, posso dizer que a minha passagem foi maravilhosa”, contou Taffarel ao Superesportes.

A saída de Taffarel foi marcada por discussões e atritos com a diretoria. Uma imagem dele no vestiário do Mineirão, quando tomava banho e discutia com o ex-presidente Paulo Cury, rodou o noticiário esportivo e simbolizou o adeus do goleiro. Taffarel comenta o episódio com o mandatário do período.

“Aquilo ali foi a gota d’água. A gente passava muitas dificuldades de pagamento no Atlético. Os companheiros não podiam ficar três meses sem receber. Como era capitão, eu reivindicava em nome dos jogadores e a gente batia de frente com a diretoria. Cheguei ao ponto de discutir com ele (Paulo Cury), mas ele não era má pessoa. Era um atleticano que queria ganhar com o clube, mas, infelizmente, não deu certo. Hoje tem mais recursos e na época não tinha isso. Essa mudança no futebol foi geral”, disse o goleiro, que fez 191 jogos com a camisa do Atlético.

Jorge Gontijo/Estado de Minas
Goleiro durante treino na Vila Olímpica
Apesar das divergências com a direção, Taffarel fez questão de escrever uma carta ao torcedor, publicado no jornal Estado de Minas, para anunciar sua saída do clube. Ele fez questão de enaltecer os momentos positivos em Minas e agradecer o apoio das arquibancadas e da imprensa.

Campeão Mineiro, da Copa Centenário e da Conmebol, Taffarel torce para que o conterrâneo Ronaldinho Gaúcho faça sucesso no Alvinegro.

“Minha recordação é positiva. É um clube que tem um potencial grandíssimo. É um dos maiores do Brasil e deve procurar melhorar sempre. O Atlético tem uma torcida grandíssima e apaixonada. Seria bom que o Ronaldinho se sentisse bem em Minas, assim como eu me senti. Quem sabe ele pode recuperar o bom futebol e levar o Atlético aos títulos que tanto merece”, frisou.

Seleção Olímpica

Antes de brilhar com a Seleção principal, o goleiro contribuía com a Olímpica. Nos jogos de Seul, em 1988, o atleta fez parte do grupo que ficou com a medalha de prata, ao ser derrotado pela União Soviética na decisão. As atuações nos Jogos fizeram com que Taffarel fosse um dos primeiros goleiros brasileiros a ser contratado pelo mercado europeu. Ele fala sobre a possibilidade de jogar uma olimpíada.

"Disputar uma Olimpíada é muito bonito, mas não é igual a Copa do Mundo. O convívio é bom com outros atletas. Você vê os jogadores de vôlei, basquete e outros esportes juntos na vila olímpica. É um ambiente muito bom. Espero que o Brasil consiga trazer o título. Está na hora de ganhar e para isso o Brasil tem que encanar o espírito olímpico”, afirmou.

Seleção Brasileira

Arquivo Estado de Minas
Taffarel foi tetra com a Seleção em 1994
O título nos EUA em 1994 traduz o ápice de Taffarel com a camisa da Seleção Brasileira. Com a “Amarelinha”, o ex-goleiro jogou três mundiais e sofreu 18 gols em 15 partidas. Na decisão da Copa, o ex-arqueiro pegou a penalidade de Massaro e viu Baggio isolar a chance de conquista da Itália. A sensação de conquistar o torneio mais importante entre seleções é descrita pelo ex-jogador.

“É emocionante. Inesquecível. Aquela foi a primeira Copa decidida nos pênaltis. Depois de 24 anos, o Brasil voltou a ser campeão. Não esqueço aquele último pênalti e a comemoração. Pensava que eu tinha que ajudar. A responsabilidade é de quem vai bater, mas o goleiro precisa ajudar o time, passar confiança”, contou Taffarel, que era conhecido como exímio pegador de pênaltis.

“A técnica para defender pênaltis é esperar a cobrança. Você deixa o atacante na dúvida. Mas se o chute é forte e no canto, chegar na bola é muito difícil. Você tem que contar com o nervosismo do cara que vai bater, pois ele quer definir logo”, revelou.

Treinador de goleiros

Depois de tentar a carreira de empresário, Taffarel se tornou treinador de goleiros. Contratado pelo Galatasaray há um ano, ele não pensa em virar técnico. “Completou um ano que trabalho lá na Turquia. A gente no Sul tem uma história de goleiros que ajuda bastante nessa função. Hoje, trabalho com o Muslera, e com dois turcos. Não penso em virar técnico, mas nesse mundo do futebol nada é impossível. Estou começando nessa nova função. Estou gostando bastante e essa experiência ajuda.

Revelado pelo Internacional, Taffarel não conquistou nenhum título com a camisa colorada. Mas as raízes vermelhas serviram para torná-lo ídolo no clube e também para ter se espelhado em um ex-jogador da equipe.

“Na minha época de adolescente, quando eu comecei a jogar, eu fui treinado pelo Benites, goleiro paraguaio que jogou no Inter. Ele foi uma referência para mim. Peguei muito dessa característica de boa colocação com ele. Era o estilo dele. Ele pedia para estar ligado e ficar em pé. Já a saída rápida de bola com as mãos é uma característica minha.”, finalizou

quarta-feira, 30 de maio de 2012

Fanático pelo Galo, Tardelli adere ao sócio-torcedor do Atlético-MG

Jogador diz que é fanático pelo clube e que, de longe, acompanha tudo

A diretoria do Atlético-MG tem feito de tudo para angariar sócios-torcedores. Agora, o garoto-propaganda do programa de relacionamento ‘Galo da Veia’ é o atacante Diego Tardelli, atualmente jogador do Al-Gharafa, do Catar. Mesmo fora do Galo, desde março de 2011, o atleta é um dos maiores ídolos do torcedor atleticano.
Diego Tardelli vira sócio-torcedor do Atlético-MG (Foto: Bruno Cantini / Site Oficial do Atlético-MG)

Diego Tardelli vira sócio-torcedor do Atlético-MG (Foto: Bruno Cantini / Site Oficial do Atlético-MG)


- Por ter passado aqui, já demonstrei meu carinho pelo Atlético-MG, o quanto sou fanático. Torço de longe e, agora, aproveitei que estou aqui em Belo Horizonte, de férias, para fazer o ‘Galo na Veia’. Por um lado, você tem várias facilidades, como entrar no estádio sem ter que enfrentar fila para comprar ingresso e, por outro, você colabora com o clube, disse Tardelli ao site oficial do Atlético-MG.


Com a camisa alvinegra, Tardelli entrou em campo 114 vezes e marcou 73 gols. Com ele em campo, o Galo venceu 56 jogos, empatou 23 e perdeu 35. Diego Tardelli foi um dos grandes destaques da conquista alvinegra do Campeonato Mineiro de 2010.


No futebol russo, não teve sucesso e acabou transferido para o Al-Gharafa, do Qatar. Comandado pelo brasileiro Silas, os gols reapareceram e o atleta parece estar de bem com a vida. Como sócio-torcedor do clube mineiro, Tardelli se declarou "atleticano fanático" e disse já ter quitado um ano das mensalidades no valor de R$200. “Será q mostro a nota fiscal??? Kkkkk um ano pago gente!! Só tirei o cartao pq hj me considero um Atleticano Fanático ! Assim como R.Ceni no SP, Marcos no Palmeiras, etc...Valew!!”, postou Diego Tardelli em seu microblog.

domingo, 12 de fevereiro de 2012

Marques, para sempre Ídolo!

O verdadeiro ídolo de uma nação é aquele que honra e retribui o carinho. 
O verdadeiro ídolo nunca é esquecido. 
O verdadeiro ídolo é aquele que representa uma nação inteira como se cada um estivesse em seu lugar para defender aquele ideal. 
O verdadeiro ídolo representa o amor da nação ao Mundo colocando ele nas alturas.


Parabéns pelo seu dia e MUITO obrigado por tudo, Marques! #OlêMarques




quarta-feira, 13 de julho de 2011

Choro de Um ídolo

É isso. Até o Dada está aos prantos. Logo ele, que quando o Galo pede e o primeiro a pedir apoio e o primeiro a nos defender. Nem ele aguenta tanta vergonha. Nem ele e nem Ninguem mais!


sexta-feira, 1 de julho de 2011

Morre Arthur, de quatro anos, torcedor do Atlético-MG vítima de leucemia

Atacante Tardelli, que visitou o garoto no hospital, se solidariza com a família


Diego Tardelli e Renan Ribeiro, do Atlético-MG, visitando o garotinho em hospital (Foto: Valeska Silva / GLOBOESPORTE.COM)Tardelli e Renan levaram presentes para Arthur no
hospital 
Morreu, em São Paulo, o pequeno Arthur, torcedor do Atlético-MG que ficou conhecido por ser personagem principal de uma campanha incentivando a doação de medula óssea. Arthur lutava contra a leucemia, o câncer no sangue, há dois anos. A família criou a campanha "5 ml de esperança" para doação de medula. A esperança era encontra um doador compatível para o transplante.
Em fevereiro, durante tratamento em Belo Horizonte, Arthur recebeu a visita do atacante Diego Tardelli, atualmente jogando no futebol russo, e do goleiro Renan Ribeiro, do Atlético-MG, no hospital. O pequeno atleticano completou 4 anos no último dia 19 de junho.
Em quatro meses, a campanha '5 ml de esperança' cadastrou 40 mil pessoas do banco de medulas de Minas Gerais. O mesmo número registrado em todo o ano de 2010.
O atacante Tardelli se solidarizou com a família e postou uma mensagem na página dele em uma rede social:
- Que dia triste, né, gente? Que ele descanse em paz! Esse realmente foi grande guerreiro, nosso pequeno Arthur assim como seu pai Guilherme, que não desistiu um só minuto de lutar pela vida de seu filho. Acabei de falar com o pai do Arthur, ele me disse que o Arthur sonhou comigo essa madrugada que passou, e acordou perguntando de mim.


@faelgalo10

quarta-feira, 29 de junho de 2011

Marques Batista de Abreu "Um Ídolo"


  Com certeza Marques sempre estará na memoria de todos os atleticanos.Não apenas como um jogador mais como um torcedor que podia entrar dentro de campo e reprensentar milhares de atleticanos.
  Dentro de campo o idolo sempre jogava demonstrando o amor que tinha pela camisa alvinegra.
  É dificil ver um jogador como Marques,ele não joga apenas pelo dinheiro e sim joguem com amor ao clube,e que quando entra em campo pensa nos milhões de atleticanos apaixonados pelo clube.


  Um dos maiores idolos da historia recente do Galo,teve 3 passagens pelo Clube e marcou 133 gols e se tornando o  9º maior artilheiro da historia do Galo
  Marques foi revelado pelo Corinthias em 1992 onde ficou ate 1995 quando se transferiu para o Flamengo 1 ano depois o jogador foi para o São Paulo onde não obteve susseso e foi emprestado ao Galo.Marques formou umas das maiores dublas de ataque do Galo com Guilherme entre 1999 e 2002.
  Em 2002 o jogador encerrou sua primeira passagem pelo Galo e se transeferiu para o Vasco onde ficou 2 temporadas e se transferiu para o Nagoya Grampus do japão.

  Em 2005 o jogador voltou a vestir a camisa do Galo para disputar o Campeonato Brasileiro de 2005,O Galo estreiou na competição perdendo por 3 a 2 para o São Caetano mais logo na estreia o "O Xodo da Massa" marcou os 2 gols do galo na partida.No fim da temporada o Galo foi rebaixado para serie B do brasileiro e no começo do campeonato mineiro o Xodo da Massa retornou para o futebol japones


     Volta no Centenário


  Em 2008 ano do Centario Alvinegro,Marques acertou sua volta ao clube.O artilheiro marcou 6 gols na temporada e assim conquistando o feito historico de se tornar o 9º maior artilheiro do clube.O jogador ficou no clube ate 2010 ano em que encerrou sua carreira.
      
    Momento Histórico


  O ultimo gol de Marques foi marcado na final do mineiro de 2010 contra o ipatinga no mineirão lotado com 60 mil torcedores.
  Marques taabelou com ricardinho que deixou o "Xodo" na cara do gol,e o artilheiro tocou por cima do goleiro adversario.


   

segunda-feira, 6 de junho de 2011

Montillo, Mancini e Euller aproveitam manhã de folga para fazer boa ação


Os três jogadores são padrinhos da campanha de combate a queimaduras

promovida pelo principal hospital de pronto socorro de Minas Gerais

Montillo, Euller e Mancini durante campanha contra queimaduras (Foto: Valeska Silva / GLOBOESPORTE.COM)Montillo, Euller e Mancini: padrinhos da campanha
Atletas, pais e, acima de tudo, cidadãos conscientes. Conhecidos no mundo do futebol, os atacantes Mancini, do Atlético-MG, e Euller, do América-MG, e o meia Montillo, do Cruzeiro, deixaram de lado a folga na segunda-feira pela manhã para fazer uma boa ação.
Os três foram escolhidos padrinhos da campanha de combate a queimaduras promovida pelo Hospital João XXIII (HPS), o principal pronto socorro de Minas Gerais e referência no atendimento a queimados no Estado e no país.
Junto ao conhecido cirurgião Ivo Pitangui, estiveram presentes no lançamento da campanha. Os jogadores vestiram roupas especiais e conheceram as alas destinadas aos cuidados com vítimas de queimaduras, que ocupam dois andares no hospital. Levaram carinho a pacientes que lá estão internados. O argentino Montillo, que tem dois filhos pequenos, ressaltou a importância da campanha.
- Fico feliz em ser convidado e poder participar. O futebol nos ajuda a ser conhecidos e podemos fazer uma ligação entre o esporte e as crianças. Espero, com isso, ajudar a mostrar às pessoas a necessidade de ter atenção para evitar que algo triste aconteça.
Euller e Mancini conversam com paciente durante campanha (Foto: Valeska Silva / GLOBOESPORTE.COM)Atacantes Euller e Mancini conversam com paciente
durante visita ao setor de queimados do HPS
O atacante Mancini, pai de uma menininha de 1 ano e cinco meses, endossou as palavras do cruzeirense.
- Agora que sou pai, tenho que me preocupar ainda mais. Minha filha pega uma gripe eu eu já fico desesperado, imagina se ela se queimar. Os pais devem ter essa conscientização, de ficar atentos com as crianças.
O atacante Euller, que tem três filhos, destacou a importância dos pais nos cuidados do dia a dia.
- Eu, felizmente, não tive problemas com queimaduras na minha casa e nem com ninguém da minha família. A campanha é importante para chamar ainda mais a atenção das pessoas para os cuidados e para a atenção que devemos ter todos os dias.

ÍDOLOS DE VOLTA: BOM OU RUIM?


Há 10 anos, Lincoln fazia seu ultimo jogo com a camisa do Galo. O Jogador pode até não ser ídolo da torcida, mas com certeza deixou saudade quando partiu.O Jogador que se considera atleticano, sempre disse que sonhava em encerrar a carreira no clube que o revelou e que sempre amou. Hoje já no Palmeiras não mostra um grande futebol, o que amenizou parte da torcida que queria ele aqui para se despedir. O Jogador teve sim uma excelente passagem, atuando por 186 partidas e marcando 38 gols. Pelo Galo conquistou 3 títulos: A Copa Centenário e dois campeonatos Mineiros.

Lincoln em sua passagem pelo Galo

Na Semana que se passou, muito se falou sobre a ida do Gilberto Silva para o Gremio e da não contratação dele pelo Galo, ja que teríamos a preferência. Muitos o consideram ídolo, mas não só pela passagem pelo clube, mas por levar sempre o nome do clube a lugares mais altos, como quando foi campeão mundial em 2002. Em títulos, o jogador venceu apenas o Mineiro de 2000.



Outro que se especulam a sua volta é Dedê. Lateral, também se declarado atleticano, revelado pelo clube e para muitos fez ao lado de Marques a melhor ala esquerda de todos os tempos do clube. Campeão da Copa centenário e também da conmebol, Dedê fez 92 partidas pelo Galo e 3 gols. Seu contrato com o Borussia(clube em que defende desde que deixou o Galo) se encerra no próximo dia 30, e o jogador espera poder voltar ao clube para encerrar a carreira.




Será que vale a pena repatriar esses jogadores? Há 3 anos, trouxemos o Marques de volta. Ele conquistou apenas um titulo e foi na sua ultima partida como profissional, mas fora de campo foi muito importante na reestruturação do clube. Ídolo incontestável.
Esse ano, Mancini foi quem resolveu voltar. Demorou a pegar rítimo, mas já fez gol, um deles em clássico, está sendo decisivo mais fora de campo, aconselhando os jovens e dando equilíbrio ao time.
Marques comemorando o ultimo gol com a camisa alvinegra. Gol coroado com título.
Mancini em sua primeira passagem. Jogodor antes Lateral agora é atacante.

Sou muito a favor da volta dos ídolos e ícones do passado. No futebol em que vivemos hoje, são poucos os jogadores que jogam no clube em que torceram de criança. E se fosse você jogando no galo, não iria entrar mais forte, com pegada e honrar sempre o manto sagrado?
Então! Trazê-los de volta é trazer de volta a garra e identificação dos jogadores com o clube e com os torcedores. Kalil já tentou uma vez em trazer jogadores profissionais para defender essa camisa. Quase fomos rebaixados. Por que então não mudar e trazer referências de amor ao clube? A garotada que está subindo precisa de veteranos que ensinem o quão especial é jogar com essa camisa.

Agora é com você presidente. Espero que tome as decisões corretas e que o Galo possa ser o Galo de sempre. Raça e Amor a camisa.


@faelgalo10

segunda-feira, 18 de abril de 2011

Wágner Fernando "Velloso"


Chegou ao Atlético em 1999, com a dificílima missão a de substituir Taffarel que é sem dúvida alguma um dos melhores goleiros da história do futebol.

O início da carreira de Velloso foi no Palmeiras e realizou seu primeiro jogo como profissional aos 21 anos de idade, o titular Zetti e Ivan que se machucaram e Velloso teve a sua oportunidade em um amistoso contra o Flamengo de Zico, nesse jogo se destacou tanto que o próprio "Galinho" o elogiou muito. A partiu daí se tornou titular absoluto do time do Palmeiras até 1993, quando se tornou banco de Sergio e em 1994 quando foi emprestado ao União São João e ao Santos. Em 1995 retornou ao Verdão e lá foi titular até 1999 quando teve uma lesão e acabou perdendo o seu lugar para o Marcos que está lá até hoje e é um dos grandes ídolos do Palmeiras.

Em 1999 chegou ao Atlético, e não demorou para se destacar aqui e se tornar um dos grandes ídolos da massa do Galo, com muita tranquilidade e segurança se destacou logo no ano que chegou e foi um dos principais destaques do vice campeonato Brasileiro de 1999. Em 2000 viria seu primeiro título com a camisa do Galo o de Campeão Mineiro. Os números de Velloso em sua passagem pelo Galo são bons em 231 jogos sofreu 274 gols e teve 117 vitórias, 53 empates e 61 derrotas.

Após a saída do Galo Velloso foi para o Atlético Sorocaba lá jogou apenas e 3 jogos e encerrou sua carreira como jogador e se tornou técnico de futebol treinado o Paraná, o Grêmio Catanduvense, e o América de Rio Preto-SP.

Fonte: Wikipedia

@diegopantuza

domingo, 10 de abril de 2011

VALDIR DE MORAES FILHO "VALDIR BIGODE"



Valdir Bigode sem dúvida foi um grande jogador, artilheiro praticamente em todos os lugares que passou com principal destaque no Atlético e no Vasco.

Iniciou sua carreira no Campo Grande, logo depois foi para o Vasco onde se destacou na Copa São Paulo de Futebol jr. do ano de 1992 sendo artilheiro dessa competição, ainda nesse ano Valdir foi um destaques do time campeão carioca. Nós 2 próximos anos também foi destaque do time do Vasco que se tornaria Tri-Campeão Carioca, sendo artilheiro em 1993.

Em 1996 Valdir Bigode chegou ao Atlético Mineiro e como o de costume se tornou o goleador do time, nesse mesmo foi campeão da Taça Conmebol de 1997 sendo que foi o artilheiro do Galo naquela competição, além disso ainda foi campeão da Taça do Governo de Minas Gerais e da Copa centenário.

Após a saída do Atlético-MG em 1998 ele teve passagens sem muito sucesso pelo Botafogo, Santos e acabou voltando para o Galo onde não teve o destaque de anos anteriores, e acabou voltando ao Vasco, e conseguiu se destacar sendo campeão do Campeonato Carioca de 2003 e ainda o artilheiro do campeonato. Após esse destaque foi para os Emirados Arábes onde acabou se aposentando em 2005. Atualmente Valdir Bigode é treinador do Campo Grande time que disputa a 3ª divisão do campeonato Carioca.

segunda-feira, 4 de abril de 2011

Time! Que time?






E a sina que nos acompanha desde 2003 parece que vai prolongar. Cheguei ate a pensar que com a virada da década algo poderia mudar, mas não!

Entra ano sai ano, entra presidente sai presidente, entra técnicos e mais técnicos, jogadores e mais jogadores e nada resolve. Azar? Zica?

Não concordo muito com isso não. Pra mim o Galo é e sempre foi mal administrado.

Kalil, nenhuma critica tenho a fazer na parte administrativa. Ético, correto, paga em dia e fez a marca Atletico Mineiro se valorizar. Hoje o Galo tem calibre para fazer grandes contratações.

Mas aí está o problema! A parte do Futebol. Que desde os tempos do meu avô já é mal administrado. Contratações sem critério, popularizando a camisa do Galo, onde qualquer perna de pau, e qualquer garoto vestem a camisa. Onde grandes contratações não se encaixam como foi com Neto, Renato Gaucho, e recentemente Diego Souza.
Futebol que é tão mal administrado, que a única posição em que revela jogador é Goleiro. Dessa não podemos reclamar, pois Diego, Bruno, Renan Ribeiro e outros que não tiveram oportunidade ou foram vendidos bem cedo.
Essa categoria de base que custa caro aos cofres do Galo, não revela mais nada. Uma fabrica falida, uma rua deserta. Um poço publico, onde todos vem e levam quanta água querem.

Esses últimos anos o Galo conseguiu mudar a história e fez sim um time capaz de brigar na parte de cima da tabela, um time capaz de vencer os grandes, um time que foi campeão mineiro sem contestação, que brigou de igual pra igual com o campeão da Copa do Brasil. Mas cadê esse time?

Desse time não resta quase nada. Apenas os reservas e agora titulares Serginho, Werley e Renan, alem do maestro Ricardinho ainda desfilam por aqui. O resto dos guerreiros foram todos mortos. Todos abandonados e deixados para trás. Esquecidos em um canto pela diretoria.


Diretoria que pagou caro mas não aprendeu. Dispensou metade do elenco de uma só vez. Trouxe novos guerreiros, mais jovens, mais fortes, de nome, mas de pouca Garra. Trouxeram outros que só nos fizeram raiva, que não souberam respeitar a nação que defendiam. Então todos esses, os poucos que prestavam, e todos os que não prestavam foram embora. 3 times de novos guerreiros contratados. E agora vai dar certo?
A história prova que não!

O Que o Galo precisa é de jogadores que se identifiquem com o clube, com a camisa, com a torcida. Que queiram fazer parte dessa Nação, que dêem sangue, suor e sacrifícios para o bem maior! Que honrem seus filhos e filhas com caráter e não com dinheiro!

O que não precisamos é de mais inimigos ao nosso Lado! Como confiar em alguém que te fez mal uma vez?



terça-feira, 15 de março de 2011

Diego Tardelli escreve carta de agradecimento à torcida do Galo


Jogador diz que volta ao clube, tão logo contrato com os russos se encerreir

Despedida Diego Tardelli (Foto: Lucas Catta Prêta / Globoesporte.com)Diego Tardelli se despede dos ex-companheiros
(Foto: Lucas Catta Prêta / Globoesporte.com)
O atacante Diego Tardelli, ex-Atlético-MG, esteve em Belo Horizonte nesta terça-feira para se despedir dos colegas, mas não se esqueceu dos torcedores. Em uma carta à torcida alvinegra, o jogador disse que, em pouco mais de dois anos de clube, vários momentos foram marcantes.
Entre eles, Tardelli destaca a conquista do Campeonato Mineiro de 2009 e os 4 a 3 contra o Cruzeiro, quando ele marcou três gols, pelo estadual deste ano. O jogador ainda se lembrou do pequeno torcedor Arthur, de três anos, que sofre de leucemia e que recebeu uma visita do atacante e do goleiro Renan Ribeiro, em fevereiro. Ao fim da carta, o jogador do Anjhi Makhachkala, da Rússia, não se despediu com um ‘adeus’, mas sim, um ‘até breve.’
Confira os principais trechos da carta de Diego Tardelli.
‘Difícil achar uma palavra para descrever tudo o que aconteceu comigo durante esses dois anos e três meses em que estive no Atlético, mas posso garantir e afirmar que foram de muitas alegrias e sucesso. Sempre me dediquei ao máximo quando entrava em campo, e, quando escutava o grito de ‘TARDELLI GOL’, me transformava em 90 minutos, mesmo nas situações mais difíceis e adversas.
Obrigado pelo amor que me foi dado de cada torcedor atleticano, crianças, homens, mulheres, senhoras e senhoras! Essa torcida me acolheu, acreditou em mim e eu, em troca de tudo isso, só poderia retribuir com a minha entrega e gols, pois esta camisa só se pode vestir assim. Sentirei falta da ‘Massa’ gritando meu nome no Mineirão, que durante muito tempo foi a nossa casa.
Gostaria de agradecer aos jogadores, comissão técnica e aos funcionários do clube: sem vocês eu não teria alcançado esse sucesso. E por incrível que pareça, sentirei falta das concentrações, das viagens, das palhaçadas, daquela resenha no almoço, na janta e no lanche da noite, enfim, foram vários momentos marcantes, como na visita do nosso guerreiro Arthur. A oportunidade de estar no hospital Odilon Behrens com aquelas crianças fantásticas que me fizeram dar mais valor à vida.
Sempre lembrarei dos jogos contra o São Paulo no Mineirão, 2 a 0; 2 a 1 com o Atlético-PR; 3 a 2 contra o Santos, ainda no Mineirão, 4 a 1 no Flamengo ano passado e os 4 a 3 no Cruzeiro (momento marcante na minha vida). E é claro, a final do Campeonato Mineiro (de 2010), onde pude gritar ‘É campeão’.
Gostaria de agradecer todos da imprensa mineira. Mesmo com algumas críticas à minha pessoa, sempre procurei entender e me fortalecer, procurei respeitar todos, assim como sempre me respeitaram.
Agradeço ao professor Émerson Leão, que mais uma vez acreditou em mim e me trouxe para o lugar certo, na hora certa!
Com o Atlético eu realizei vários sonhos: pude ser convocado para a Seleção Brasileira e quase cheguei à Copa do Mundo, ganhei premiações importantes, fui artilheiro do Mineiro e do Brasil.
Obrigado mais uma vez Massa Atleticana!
E por último, queria agradecer ao presidente Alexandre Kalil. Espero não o ter decepcionado, assim como combinamos no primeiro dia em que nos conhecemos e nos reunimos, e quero dizer que minha história aqui está apenas começando.
Desejo muita sorte ao elenco do Galo nesta caminhada. Mesmo de longe estarei torcendo por cada um de vocês, estarei comemorando com cada vitória e cada conquista! Nos encontramos em breve...
Abraços,
Diego Tardelli 9’