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domingo, 24 de fevereiro de 2013

Entrevista do R10: Um Ídolo de verdade, um ídolo Alvinegro.


Fala Nação Alvinegra!

Já estamos com saudades de ver o Galo jogar, afinal final de semana sem jogo do Galo não é a mesma coisa. Fiquei até um bom tempo sem postar nada no blog, estava sem idéia, sem o que falar. Até hoje ccerca de 12:16 começa a passar no Esporte Espetacular uma entrevista feita com o Ronaldinho Gaúcho.

O que falar sobre esse Gênio, esse Ídolo MUNDIAL que veste a camisa do Galo com uma honra que é para poucos, que representa o manto Alvinegra como poucos fazem.

Ele conseguiu captar o verdadeiro sentimento Alvinegro.

Acompanhe como foi a entrevista de Ronaldinho Gaúcho:

"Um ídolo do mundo. Reverenciado em todas as línguas, em todas as cores. Não seria estranho se virasse uma estrela, se andasse meio marrento. Mas melhor não julgar pelas aparências. Ronaldinho é um homem que chora. Um ídolo que reverencia a torcida.

- A torcida do Galo veio preencher minha vida, completar o que eu precisava. É uma coisa que jamais vou esquecer em minha vida.

A história de Ronaldinho Gaúcho com o Atlético-MG começou com uma chegada discreta.

- Em todos os clubes em que cheguei, sempre teve apresentação, teve festa. No Galo, não. Cheguei, treinei e eu fui me encontrar com a torcida no estádio.

Além disso, em Minas, foi acolhido por um amigo.

- Cuca é um amigo, é muito bom trabalhar com um amigo. Cuca jogou com meu irmão, me viu criança. Então, tenho um carinho muito grande por ele, e ele por mim, por ter me visto criança.

Ronaldinho logo ficou à vontade em Belo Horizonte.

- Aqui lembra muito minha cidade, lembra Porto Alegre. O lugar que moro é afastado do centro da cidade, do tumulto, é uma vida mais tranquila. Adoro estar perto do mato, ter um monte de bicho por perto, poder andar bem à vontade, com o pé no chão, sem camisa, largado. As pessoas falam que estou virando mineiro, mas sempre tive um jeito mineiro. Mesmo sem ser mineiro, sempre gostei de ter meu jeito mais quieto.

Mas não se deixe levar pelas aparências. Ronaldinho é gaúcho!

- Fico assustado com o que comem de queijo aqui. É um absurdo. Eles querem até queijo derretido no churrasco. Na minha terra, churrasco é churrasco. A carne é muito diferente.

Diferente é o que ele trouxe para os mineiros. Uma ginga de Porto Alegre, com influência do Rio de Janeiro.

- Lá no Sul também tem samba, tem ginga. O pessoal da comunidade ama o samba, vive disso, e eu sou cria disso, de onde me criei. Isso, desde pequeno. O Rio de Janeiro foi o paraíso para tudo o que gostava. Ali foi onde tudo aconteceu, a música, o samba.

Uma ginga diferente para celebrar cada gol. A resposta nas arquibancadas vem com o grito de Galo. Que canta todo dia, sem cansar.

- A torcida do Galo é a mais fanática que tem. Quem joga aqui, jogou aqui, se arrepia. É uma torcida que sofre, que está há 13 anos sem jogar uma Libertadores, há 41 sem ganhar um Campeonato Brasileiro, e, todo fim de semana, está presente. Meu Deus do céu, tem que ser atleticano mesmo.

Ronaldinho Gaúcho chora ao falar de dona Miguelina (Foto: Valeska Silva / Globoesporte.com)

Amor recíproco. Na alegria e na tristeza.

- Vivi muita coisa no último ano, foi difícil mesmo, mas estava lá. Na hora que minha mãe ficou doente, eles levantaram a bandeira com a cara da minha mãe, me abraçaram.

Dona Miguelina estava com câncer. Ronaldinho pensou em desistir do futebol.

- Quando minha mãe adoeceu, falei que não teria mais porque continuar. Achei que era a hora de parar e cuidar da minha mãe. Todo mundo me deu força. Agora, eu vou até o fim com o Galo. Mas minha mãe fez o último exame, está livre do câncer, de tudo. Recebi um monte de carta de atleticanos, todos disseram que estavam orando muito. A força que me deram serviu para eu continuar jogando.

Como um bom mineirinho, Ronaldinho quer retribuir.

- Imagine ganhar uma Libertadores com o Galo. Não sei o que seria. O que sei é que teria feriado de uma semana em BH.

Como um bom brasileiro, Ronaldinho ainda quer muito mais.

- Quero jogar minha última Copa do Mundo. Meu pensamento é fazer o melhor no Galo, para chegar bem à Seleção. Quem sabe a Seleção pode jogar uma semifinal aqui no Mineirão. Seria lindo poder fazer parte disso."

quarta-feira, 16 de janeiro de 2013

Vídeo: Perfil da torcida do Atlético Mineiro - Galo

Vídeo feito pelo Atleticano Rodrigo Duarte. Um vídeo muito bacana que fala sobre o Torcedor atleticano e a sua importância na equipe e na história do Galo! Vale a pena conferir.



quarta-feira, 31 de outubro de 2012

Atlético se orgulha de ter conquistado o Mundial e o Minas ressalta seu pioneirismo no futsal


Galo fez história em 1998 e conquistou o Mundial
O início da Copa do Mundo de Futsal da Fifa, que começa a ser disputado nesta quinta-feira, na Tailândia, desperta saudades no torcedor atleticano.

Isso porque no final da década de 90, o Atlético/Pax Minas foi abraçado pela sua torcida e entrou para a história do esporte. Além de levar o nome do clube mineiro para as principais manchetes de todo o mundo, as boas campanhas no futsal fizeram o Galo ser o detentor dos dois maiores públicos pagantes da modalidade.

No dia 20 de junho de 1997, o Galo fez a final contra o Banespa. Aos olhos de 16.685 torcedores, o clube alvinegro conquistou o seu primeiro título da Liga Nacional ao golear os paulistas por 4 a 1, no Mineirinho.

O sucesso no Brasil e a disputa do Mundial de Clubes levaram o Atlético a contratar o ala Manoel Tobias - melhor jogador do mundo e artilheiro nato dentro das quadras. E o investimento feito trouxe retorno. Em 1998, o Atlético alcançou o título máximo do futsal quando se sagrou campeão do mundo ao superar o Dínamo de Moscou, na Rússia, vencendo duas das três partidas da decisão.

As campanhas vitoriosas e o time “quase imbatível” alavancou milhares de torcedores durante a Liga Nacional de 1999. Além de Manoel Tobias, o time alvinegro contava também com o reforço de Falcão, absoluto na ala-esquerda. Demonstrando um enorme entrosamento e uma categoria acima do normal, a dupla levou o Atlético/Pax Minas a conquistar o bicampeonato da competição com direito a mais um recorde quebrado.

No dia oito de agosto de 1999 os atleticanos “invadiram” o Mineirinho para a finalíssima contra o Rio de Janeiro e estabeleceram o maior número de pagantes da história do futebol de salão. Ao todo, 26.657 pagaram para assistir a vitória do time mineiro por 5 a 4.

Apesar do imenso sucesso, pouco tempo depois o Atlético acabou com o time de futsal que encantou o Brasil.

Minas referência no esporte

Se os atleticanos sentem saudades da “seleção” montada no final da década de 90, o Minas se orgulha de ter formado o seu primeiro time na mesma época do nascimento do esporte no país, em meados dos anos 50.

Apesar do pioneirismo, o clube mineiro ficou 23 anos inativo, retomando com força total em 1987. De lá para cá, o time conquistou vários títulos importantes como o octacampeonato dos torneios Metropolitano e Estadual.

Além disso, o Minas é o único clube a participar de todas as edições da Liga Nacional desde a sua criação, em 1996. No entanto, apesar de sempre marcar presença na competição, o Minas conquistou, no máximo, a segunda colocação.

Troféu que o clube ainda não desistiu de conquistar. Isso é o que garante o chefe de Departamento de Futsal do Minas, Guilherme Palhinha. “Sempre trabalhamos para isso (ser campeão da Liga). Precisamos de um investimento e de patrocinadores que queiram investir na modalidade. Mas, independente disso vamos trabalhar para ir galgando aos poucos até chegar no título da Liga. O Minas é um clube vencedor e sempre foca nas conquistas”, explicou.

Apesar da falta de patrocínios na modalidade, Palhinha explica que o Minas mantém o futsal ativo e com um objetivo bem claro. “Somos um clube formador e temos como características priorizar as categorias de base. Agora, se o mercador pedir e o investimento vier vamos fazer o melhor possível para montar um time profissional de grande qualidade e brigar pelos títulos mais importantes”, concluiu.

sexta-feira, 21 de setembro de 2012

Torcedor fanático monta casa com absolutamente tudo do Atlético-MG


Aposentado que já sofreu ataque cardíaco no Mineirão vibra com a boa fase do time no Brasileirão

Por Cida Santana
Casa de Ademar Bicalho tem vários objetos relacionados ao Atlético-MG (Foto: Cida Santana/Globoesporte.com)Casa de Ademar Bicalho tem vários objetos relacionados ao Galo (Foto: Cida Santana/Globoesporte.com)


Piso, espelhos, parede, cortina, escada, teto, chafariz, roupa de cama, toalha, galinheiro e até tampa do vaso sanitário. Tudo remete ao Atlético-MG na casa do aposentado Ademar de Barros Bicalho, 62 anos, em Montes Claros (MG).

Louco pelo time, Ademar já sofreu um ataque cardíaco em pleno Mineirão diante de tamanha emoção após gol do Galo, em 1999. A "Casa do Galo" é o retrato desse amor incondicional. Uma paixão que vive fase de lua de mel com a ótima campanha do clube no Campeonato Brasileiro.

Chafariz na casa do toecedor atleticano, Ademar Bicalho, em Montes Claros- MG (Foto: Cida Santana/Globoesporte.com)Chafariz do Galo enfeita a casa de atleticano em Montes Claros- MG (Foto: Cida Santana/Globoesporte.com)
Ademar revela que morava em uma casa menor e sempre gostava de colecionar objetos do Atlético. Então, prometeu para ele mesmo construir uma casa temática do Galo. A construção começou em 1992. Desde então, nunca parou de comprar e ganhar camisas, bonés e todos os tipos de produtos que remetem ao alvinegro.

Escada com escudo do Galo na casa de Ademar Bicalho (Foto: Cida Santana/Globoesporte.com)Escada com escudo do Galo na casa de Ademar
Bicalho (Foto: Cida Santana/Globoesporte.com)
A sala de visitas é toda decorada em preto e branco. Na parede, se destaca um grande quadro pintado com escudo do time, que também aparece em outros cômodos da residência. No térreo, fica o “Quarto do Galo”, onde o aposentado guarda centenas de fotos, pôsteres, faixas e uma coleção de 137 camisas do time do coração.Enquanto mostra a casa, Ademar fala de suas alegrias e emoções com o clube do coração. Segundo ele, sua maior tristeza foi no dia 27 de novembro de 2005, quando o Galo empatou em 0 a 0 com o Vasco, no Mineirão, e foi rebaixado para a Segunda Divisão. A maior alegria viria no dia 18 de novembro do ano seguinte, com a vitória de 1 a 0 sobre o Ceará, que garantiu a volta do time à elite do futebol brasileiro.

Ademar Bicalho e sua mulher Sandra na cama com colcha do Galo (Foto: Cida Santana/Globoesporte.com)Ademar Bicalho e sua mulher, Sandra, na cama com colcha do Galo (Foto: Cida Santana/Globoesporte.com)


A “Casa do Galo” já recebeu visitas de atleticanos ilustres. Ademar mostra fotos com as presenças do ex-presidente do clube Ziza Valadares, dos ex-jogadores Reinaldo, Dario e Paulo Isidoro, além do secretário de estado extraordinário para a Copa do Mundo (Secopa), Fuad Noman, entre outros. Perguntado sobre quem do Atlético ele gostaria que conhecesse sua casa, o fanático torcedor responde rápido:

– O Ronaldinho Gaucho, não é? Seria uma honra recebê-lo aqui. Quem sabe, nada é impossível.

Casa do aposentado Ademar Bicalho é toda enfeitada com objetos do Atlético-MG (Foto: Cida Santana/Globoesporte.com)Até o vaso sanitário tem as cores do Atlético-MG (Foto: Cida Santana/Globoesporte.com)


Ademar Bicalho também revela algumas aventuras pelas quais já passou pelo time do coração. Segundo ele, em 1970 fez uma promessa que se o time fosse campeão mineiro, iria fazer algo inusitado. Ele jura que no dia 20 de setembro de 1970, após um empate em 1 a 1 com o Cruzeiro que deu o titulo ao Galo, fez um grande sacrifício.

- Peguei a pedra maior que eu poderia carregar, perto da Lagoa da Pampulha, em Belo Horizonte, e levei-a até a sede do clube no bairro de Lourdes - relata.

Espelho da casa de Ademar Bicalho é em foramato de escudo do Galo (Foto: Cida Santana/Globoesporte.com)Espelho da casa é em formato de escudo do Galo
(Foto: Cida Santana/Globoesporte.com)


Mas o grande susto vivido por ele, devido à paixão sem limites pelo time, aconteceu no dia 12 de dezembro de 1999, no primeiro jogo da final do Campeonato Brasileiro em que o Atlético venceu o Corinthians por 3 a 2. Ademar estava no Mineirão acompanhando o jogo. Quando o atacante Guilherme fez 2 a 0 para o Galo, aos 27 minutos primeiro tempo, a emoção foi tão grande que o coração dele não suportou e o aposentado sofreu uma parada cardiorespiratória.

– A partir daquele momento não vi mais nada do jogo. Fiquei inconsciente por um bom tempo, alguns até disseram que eu tinha morrido, mas estou aqui firme e forte para ver o Galo campeão - fala sorridente o fanático atleticano, que foi amparado pela mulher (Sandra) e socorrido pelo serviço médico do estádio.

Questiondo sobre qual promessa faria para o Galo ser campeão brasileiro, Ademar responde de bate-pronto:

Quarto com centenas de objetos do Galo (Foto: Cida Santana/Globoesporte.com)Quarto com centenas de objetos do Galo (Foto: Cida Santana/Globoesporte.com)
Para o título de campeão brasileiro não vou fazer nenhuma promessa, pois este o Galo já bicou. Mas prometo que se a gente for campeão da Libertadores do ano que vem, vou com toda a minha família até Aparecida do Norte, no interior de São Paulo, agradecer a Nossa Senhora pela conquista - anuncia ele.
Apoio da família

Não é apenas o chefe da família que pensou e projetou a “Casa do Galo”. A mulher dele, Sandra, disse que ajudou o marido a planejar como seria a casa.

- Não tivemos a ajuda de nenhum arquiteto. Nós mesmos projetamos tudo. Inclusive o serralheiro que instalou as janelas era cruzeirense, e fazia o serviço de cara amarrada - revela Sandra, que cuida da casa com muito carinho.

Teto decorado com o escudo do Galo (Foto: Cida Santana/Globoesporte.com)Teto decorado com o escudo do Galo (Foto: Cida Santana/Globoesporte.com)



























O filho Wenderson Bicalho, 35 anos, afirma que na época que a casa foi construída ele ainda era adolescente, mas sempre apoiou as ideias do pai. Segundo ele, no seu convite de aniversário de um ano está escrito: "hoje sou um pintinho, amanhã serei um galinho. Venha participar do meu primeiro aninho".

Entre o desejo de receber a visita de Ronaldinho e o amor pelo time, o aposentado torce pelo título brasileiro sem deixar de cumprir sua maior missão: enfeitar a casa, cada vez mais, com os símbolos do clube do coração.

segunda-feira, 17 de setembro de 2012

‘Totalmente louco’ pelo Atlético-MG: conheça o apaixonado ‘Mister Galo’

Fanático torcedor manda mensagens de apoio aos jogadores alvinegros e pede para que Mano Menezes se esqueça do Galo nesta temporada

Por GloboEsporte BH


Reconhecidamente, a torcida do Atlético-MG é uma das mais fanáticas do futebol brasileiro. Com uma das melhores médias de público do Campeonato Brasileiro, mesmo no Independência, um estádio com capacidade para apenas 23 mil torcedores, a paixão dos torcedores pelo time é notável. No entanto, mesmo com tanto fanatismo, é muito difícil encontrar alguém como Ronaldo, o “Mister Galo”.

Mascarado Mister Galo exibe coleção de camisas do Atlético-MG (Foto: Roberto Rodrigues / Globoesporte.com)Mister Galo exibe coleção de camisas do Atlético-MG (Foto: Roberto Rodrigues / Globoesporte.com)


Ronaldo, de 43 anos, é um daqueles torcedores acostumados, desde cedo, a ver o time jogar. Por influência do pai, conhecido na torcida como “Capitão”, desde os sete anos, frequenta assiduamente os jogos do Atlético-MG, aonde quer que o Galo jogue. Em um ano, Ronaldo perde apenas cerca de cinco jogos. Sem contar com apoio financeiro do clube, Ronaldo paga do próprio bolso para seguir o time do coração.



- Viajo o país inteiro. Costumo ir de avião aos locais dos jogos, mas já passei por situações difíceis, como ter de enfrentar cinco horas em uma van, no trajeto entre Porto Alegre e Erechim, onde o Galo enfrentou o Grêmio e se livrou do rebaixamento, em 2004. Faço isso por ser apaixonado pela camisa, pelo escudo, pela torcida e por tudo desse time.
Ingresso do jogo de 1971, quando o Galo foi campeão brasileiro (Foto: Roberto Rodrigues / Globoesporte.com)Ingresso da final de 1971, contra o Botafogo
(Foto: Roberto Rodrigues / Globoesporte.com)


O fanatismo de Ronaldo se reflete também no apartamento onde mora. A porta de entrada já é um indicativo de que ali vive um apaixonado. Uma série de adesivos referentes ao clube dá as boas-vindas aos visitantes e os preparam para a sala de estar, que é um lugar de dar inveja a qualquer fanático pelo Galo. Nas paredes, há diversos quadros, inclusive o xodó de Ronaldo, a foto da equipe consagrada como “campeã do gelo”, nos anos 1940, presente de um antigo conselheiro do Atlético-MG.


Nas estantes, a mascote do Atlético-MG é presença mais do que notável. Galos de todos os tipos se “empoleiram”, alguns, inclusive, vestidos com a tradicional camisa alvinegra. Nem mesmo o relógio de parede de Ronaldo escapa. A coleção continua espalhada por toda a casa. Na cozinha, desde copos pintados com o escudo até ímãs de geladeira. No banheiro, também há toalhas com a mascote e chinelos com o escudo do time. Uma vasta coleção de revistas, fitas-cassetes, fotos, ingressos, camisas e bebidas licenciadas pelo clube completam a coleção.


- Minha coleção começou com camisas. Compro todas que gosto. Algumas são bem antigas, datam de até 30 anos atrás. Era uma coleção mais extensa, mas perdi algumas. Tenho o chaveiro e o ingresso do título de 1971, que são meus xodós.


Surgimento do Mister Galo


Enlouquecido pelo Galo, Ronaldo decidiu fazer de seu fanatismo algo para chamar a atenção de todos. Em uma época em que o Mister M, um mágico mascarado que revelava os segredos da profissão, fazia sucesso no Fantástico, da TV Globo, o fanático torcedor atleticano decidiu adotar a máscara alvinegra utilizada pelo ilusionista. Após o aval da diretoria atleticana, Ronaldo passou a entrar em campo com o time, chamou a atenção de toda a mídia e caiu nas graças do torcedor.

Mister Galo exibe faixa (Foto: Roberto Rodrigues / Globoesporte.com)Mister Galo exibe faixa (Foto: Roberto Rodrigues / Globoesporte.com)


Sempre uniformizado, seja com a tradicional camisa alvinegra ou com o paletó personalizado do personagem que resolveu adotar, Ronaldo virou parte indispensável da torcida atleticana nos estádios.


O grande momento de Ronaldo, como Mister Galo, foi em 2004, quando, em Porto Alegre, o Atlético-MG conseguiu escapar de um rebaixamento que parecia certo. Acompanhado da imagem de São Judas Tadeu, Ronaldo se tornou a imagem da permanência do Galo na Primeira Divisão.


- Em 2004, o Atlético-MG estava seriamente ameaçado de rebaixamento e, na penúltima rodada do Brasileirão, foi até Erechim, onde enfrentou o Grêmio. O time venceu por 1 a 0 e, ao fim do jogo, a torcida toda veio para cima de mim, para tocar a imagem e agradecer pela vitória. Minha imagem com o santo, que se quebrou com o assédio, fechou diversos programas de TV. No jogo seguinte, no Mineirão, a torcida inteira cantou o meu nome. Foi muito emocionante.

Bronca em Mano Menezes
Mister Galo é devoto de São Judas Tadeu (Foto: Roberto Rodrigues / Globoesporte.com)Mister Galo é devoto de São Judas Tadeu
(Foto: Roberto Rodrigues / Globoesporte.com)


Empolgado pelo excelente momento do Galo no atual Campeonato Brasileiro, o torcedor-símbolo fez um pedido especial ao elenco, que, para ele, é o melhor do Brasil. O Mister Galo também fez questão de enaltecer o valor da torcida e de demonstrar a confiança na conquista de títulos, após 41 anos.


- Espero que fiquem todos aqui para a Libertadores do ano que vem. Com o Mineirão reaberto, os jogadores poderão ver como a torcida alvinegra é na verdade. Sem dúvida, Flamengo e Corinthians são as maiores torcidas do país, mas, em minha opinião, não há comparação com o fanatismo da torcida atleticana. A torcida do Atlético-MG é tudo. Nossa torcida é a única que, mesmo com 41 anos sem títulos de expressão, continua sempre ao lado do time. Por nosso fanatismo, merecemos um título grande por ano. Acredito que, com a estrutura que foi montada, o Galo vai ser campeão do Brasileirão, da Libertadores e do Mundial. Isso não é sonhar alto!


Outro recado que Ronaldo fez questão de mandar foi ao técnico da Seleção Brasileira, Mano Menezes. O torcedor não ficou nem um pouco satisfeito com a convocação de três jogadores do Galo para a partida entre Brasil e Argentina, em Goiânia, pelo Superclássico das Américas. O Mister Galo pediu para Mano se esqueça do Atlético-MG em 2012.


- Diferentemente de torcedores de outras equipes, torço pela Seleção Brasileira. No entanto, tenho um recado para o técnico Mano Menezes e peço, por favor, para que Bernard, Réver e Marcos Rocha não fiquem chateados com o Mister Galo: Mano, não tire jogadores do Atlético-MG neste ano de 2012. Esqueça o Atlético-MG! Está escrito que seremos campeões brasileiros de qualquer jeito, mas os jogadores vão para ficar apenas no banco, enquanto jogadores sem garra jogam. Então, deixem os jogadores aqui, pois estamos em via de sermos campeões.


Irreverente, Ronaldo não se esquece do Atlético-MG em nenhum momento de seu dia. Até mesmo nos pequenos gestos. Mister Galo, por exemplo, não diz “obrigado”.


- Deixo um abraço aos torcedores atleticanos em Belo Horizonte, no Brasil e, não no mundo, mas no Universo! Obrigalo, brincou o fanático.
  

domingo, 16 de setembro de 2012

Galo de 71 para o Galo de 2012 - Texto Galo Forever


Fala Massa Atleticana!


 Como está no título, Galo de 71, onde vencemos pela primeira vez o Brasileiro e agora o Galo de 2012, que tem mostrado muito e que esperamos que venha mais um título...





 Claro, como sempre e não podemos esquecer, manter os pés no chão, já que tem muito a que rolar ainda, mas o Galo desse ano tem conseguido algo que a anos não vemos no Galo e nem no Brasil.
 No ano todo foram três derrotas, campeão invicto do Mineiro e agora no Brasileiro o segundo time com melhor desempenho no Brasileiro depois dos pontos corridos, perdendo só pelo Fluminense. Apesar de ter um jogo a menos, o Fluminense só tem uma derrota no Brasileiro e o Galo tem duas.

 Galo de 2012 que conta com um grande nome no futebol Mundial, que tem se encontrado de novo, Ronaldinho Gaúcho. Tem mostrado um bom futebol, fazendo o papel do "pensante", fazendo ótimos passes, boas jogadas e grandes arrancadas, o que não fazia desde o Milan.

 Uma arrancada a se lembrar foi no ultimo jogo contra o Cruzeiro que levou ao seu grande gol, que pra ele foi um dos mais bonitos da sua carreira.

 Galo tem também nesse ano uma grande revelação, o Bernard. Que tem mostrado um grande futebol e passando mais que uma promessa mas um cara que vem para ajudar ainda mais o nosso time, honrar essa camisa e levar o Galo pro Mundo. Agora com o contrato renovado até 2017. Uma grande sacada do Kalil.

 Além dos dois temos um grande time em geral, Marcos Rocha, que veio da base mas não teve tanta oportunidade no começo, por não ter apresentado o grande futebol da base, mas voltou para focar e fazer a sua história no seu time do coração. Temos o Victor, que vem do Grêmio, com statos de goleiro de seleção veio para acabar com a má fase de goleiro que tava ocorrendo no Galo. E grandes nomes como Guilherme, Escudero, Réver, Rafael Marques, Léo Silva, Junior Cesar, Pierre, Leandro Donizete, Leonardo, Jô, Danilinho... e muitos outros que com sua características tem acrescentado de mais ao time e essa força do grupo tem mostrado isso em campo... E podemos destacar uma grande amizade do grupo, que é também fundamental e mais uma coisa, a raça que é uma marca no time!



 Não podemos esquecer do André, que está emprestado ao Santos, mas que também tem a sua parte no time como está hoje...

 E parabenizar ao Cuca, a comissão técnica em geral e ao Presidente Kalil, pelo trabalho que eles tem feito esse ano e que a Massa tem reconhecido!

 Esse time é único, tem escrito as linhas na história do Galo, buscando aquela fotinha de Campeão Brasileiro 2012, o que grandes jogadores já fizeram no Galo e imortalizado seus nomes nesse grande time!



 Nomes como:  Renato; Humberto Monteiro, Grapete, Vantuir e Oldair (Cincunegui); Vanderlei Paiva e Humberto Ramos; Lôla (Spencer), Ronaldo, Tião (Romeu / Beto) e Dario. Técnico: Telê Santana.



Vamos aos personagens:

Os personagens:
Renato: primava pela segurança e pela regularidade. Renato quase nunca falhava, era elástico e foi um dos grandes responsáveis pela conquista do título brasileiro de 1971. Pegou tudo nas partidas finais e virou um dos maiores goleiros da história do clube.
Humberto Monteiro: como diria Vantuir, companheiro de Monteiro no Galo, “a gente passava um tijolo e ele arredondava!”. Monteiro tinha muita habilidade e dava um toque de classe à zaga do Galo naquela época. Exímio lateral-direito e fundamental para os canecos de 1970 e 1971.
Grapete: um dos grandes zagueiros da história do clube, xerife e extremamente identificado com a torcida atleticana. Compôs um paredão de respeito ao lado de Vantuir.
Vantuir: puro vigor físico, ótimo nas bolas altas e dono da área do Galo nos canecos do Estadual e do Brasileiro. Era outro xerife da zaga e se identificou demais com o clube. Disputou 507 partidas com a camisa alvinegra.
Oldair: era impecável na latera-esquerda, mas também podia atuar como um senhor volante. Oldair foi o capitão do Atlético na conquista do Brasileiro de 1971 e um dos líderes do time em campo. Ídolo, craque e querido eternamente pela torcida. Disputou 282 jogos pelo Galo.
Cincunegui: uruguaio pura raça, Cincunegui caiu nas graças da torcida logo em sua estreia, em 1968, quando parou o ponta do cruzeiro Natal, jogador que sempre causava estragos na zaga do Galo. Depois daquele jogo, o lateral-esquerdo virou ídolo e jogou muito no time alvinegro. Foram 194 jogos com a camisa alvinegra e os títulos do Estadual, em 1970, e do Brasileiro, em 1971.
Vanderlei Paiva: outro jogador muito regular e que fez brilhantes partidas no meio campo do Galo. Disputou 559 partidas e ainda marcou alguns gols (32). Jogou 10 anos no clube alvinegro.
Humberto Ramos: enquanto Vanderlei “carregava o piano”, Humberto Ramos construia diversas e lindas jogadas para Dario e companhia acabarem com as zagas rivais. Um dos grandes meio campistas do Galo na história.
Lôla: meia atacante muito rápido e habilidoso, Lôla marcava poucos gols, mas quando os fazia, eram verdadeiras obras de arte. Foi bem no Mineiro de 1970 e só não participou mais do Brasileiro de 1971 por ter fraturado a perna no decorrer da competição.
Spencer: meio campista, Spencer era homônimo do craque equatoriano que brilhou no Peñarol na década de 70, mas o Spencer do Galo era “pegador” e marcador de jogadores, não de gols como o ex-atacante. Jogou apenas de 1971 até 1973 no clube alvinegro, o bastante para participar da campanha do título Brasileiro de 1971.
Ronaldo: começou no Galo lá em 1964, mas só foi viver o auge no final da década, ajudando o Atlético a levantar os canecos do Estadual de 1970 e do Brasileiro de 1971. Atacante, Ronaldo marcou 66 gols em 270 partidas.
Tião: ponta-esquerda de muito talento, Tião chegou ao Galo em 1966 e não saiu mais do time, ajudando Dario a entupir as redes adversárias de gols e trabalhando jogadas com Humberto Ramos e Oldair.
Romeu: cria das bases do Atlético, Romeu participou do ataque atleticano nas campanhas do Mineiro de 1970 e do Brasileiro de 1971, dando bastanten velocidade à equipe.
Beto: ficou conhecido como “Beto bom de bola”, pela habilidade adquirida nos tempos de futebol de salão. Fez parte dos atacantes que ajudaram o Galo nos títulos de 1970 e 1971.
Dario: folclórico, dono de frases de efeito, simplesmente letal de cabeça e muito bom de bola. Dadá Maravilha só não fez chover no ataque do Atlético, onde marcou 211 gols em 290 jogos, se tornando o segundo maior artilheiro da história do clube, perdendo apenas para a lenda Reinaldo. Dadá era o típico centroavante matador, daqueles que guarda a bola dentro do gol em qualquer vacilo da zaga, como o próprio Dadá afirmou, à Revista Placar, em 2006: “fora da área eu era sofrível, mas dentro dela, incomparável”. É torcedor fanático do clube, ídolo incontestável da torcida e autor do gol mais importante do clube até hoje: o do título brasileiro de 1971. Um imortal do Atlético.


Telê Santana (Técnico): para um técnico que ganhou o apelido de “Mestre” é fácil entender porque Telê Santana é um mito dentro do Atlético. Foi ele o responsável por acabar com a hegemonia do Cruzeiro em Minas Gerais, por construir um time equilibrado e muito forte no jogo coletivo e por dar ao Galo seu título mais importante em mais de 100 anos de história, o Campeonato Brasileiro de 1971. Um ídolo eterno.




 Nada a comparar o time de 71 com o de 2012, mas sim destacar que duas histórias uma eternizada e outra que vem eternizando na história desse grande clube. Duas por merecer, fazendo nomes tornar ídolos de uma torcida Apaixonada.
 O que resta dizer é uma boa sorte a eles:

Victor, Renan Ribeiro, Giovanni, Réver, Leonardo Silva, Rafael Marques, Luiz Eduardo, Triguinho, Crlos Cesar, Marcos Rocha, Junior Cesar, Michel, Serginho, Felipe Soutto, Richarlyson, Bernard, Pierre, Leandro Donizete, Escudero, Leleu, Ronaldinho, Neto Berola, Guilherme, Danilinho, Jô, Paulo Henrique, Leonardo, Juninho. Ténico: Cuca

Vamos lá, a Massa está com vocês. Só peço uma coisa... Guarda um espaço para a Camisa 12.

#GaloSempre

Créditos de texto: www.galoforever.com

terça-feira, 3 de julho de 2012

Taffarel lamenta problemas financeiros no Atlético, mas diz que período foi marcante

Durante a passagem pelo Galo, ex-goleiro exerceu papel de liderança entre jogadores
Luiz Martini - Superesportes

Arquivo Estado de Minas
Taffarel se tornou ídolo dos torcedores do Atlético pelas atuações e segurança na meta
Um dos maiores goleiros de todos os tempos. O nome de Taffarel é referência quando se fala de jogadores da posição no Brasil e no exterior. Campeão mundial e conhecido por exercer espírito de liderança por onde passou, o ex-arqueiro viveu três anos e meio de sua carreira com a camisa do Atlético. Contratado num período em que o Galo passava por problemas financeiros, ele relembra o passado com o uniforme preto e branco.

“Foi excelente e marcante vestir a camisa do Atlético. Uma grande experiência. Gostei muito de Minas, de Belo Horizonte e do clube. Mesmo com o Atlético passando por problemas financeiros na época em que estive aí, posso dizer que a minha passagem foi maravilhosa”, contou Taffarel ao Superesportes.

A saída de Taffarel foi marcada por discussões e atritos com a diretoria. Uma imagem dele no vestiário do Mineirão, quando tomava banho e discutia com o ex-presidente Paulo Cury, rodou o noticiário esportivo e simbolizou o adeus do goleiro. Taffarel comenta o episódio com o mandatário do período.

“Aquilo ali foi a gota d’água. A gente passava muitas dificuldades de pagamento no Atlético. Os companheiros não podiam ficar três meses sem receber. Como era capitão, eu reivindicava em nome dos jogadores e a gente batia de frente com a diretoria. Cheguei ao ponto de discutir com ele (Paulo Cury), mas ele não era má pessoa. Era um atleticano que queria ganhar com o clube, mas, infelizmente, não deu certo. Hoje tem mais recursos e na época não tinha isso. Essa mudança no futebol foi geral”, disse o goleiro, que fez 191 jogos com a camisa do Atlético.

Jorge Gontijo/Estado de Minas
Goleiro durante treino na Vila Olímpica
Apesar das divergências com a direção, Taffarel fez questão de escrever uma carta ao torcedor, publicado no jornal Estado de Minas, para anunciar sua saída do clube. Ele fez questão de enaltecer os momentos positivos em Minas e agradecer o apoio das arquibancadas e da imprensa.

Campeão Mineiro, da Copa Centenário e da Conmebol, Taffarel torce para que o conterrâneo Ronaldinho Gaúcho faça sucesso no Alvinegro.

“Minha recordação é positiva. É um clube que tem um potencial grandíssimo. É um dos maiores do Brasil e deve procurar melhorar sempre. O Atlético tem uma torcida grandíssima e apaixonada. Seria bom que o Ronaldinho se sentisse bem em Minas, assim como eu me senti. Quem sabe ele pode recuperar o bom futebol e levar o Atlético aos títulos que tanto merece”, frisou.

Seleção Olímpica

Antes de brilhar com a Seleção principal, o goleiro contribuía com a Olímpica. Nos jogos de Seul, em 1988, o atleta fez parte do grupo que ficou com a medalha de prata, ao ser derrotado pela União Soviética na decisão. As atuações nos Jogos fizeram com que Taffarel fosse um dos primeiros goleiros brasileiros a ser contratado pelo mercado europeu. Ele fala sobre a possibilidade de jogar uma olimpíada.

"Disputar uma Olimpíada é muito bonito, mas não é igual a Copa do Mundo. O convívio é bom com outros atletas. Você vê os jogadores de vôlei, basquete e outros esportes juntos na vila olímpica. É um ambiente muito bom. Espero que o Brasil consiga trazer o título. Está na hora de ganhar e para isso o Brasil tem que encanar o espírito olímpico”, afirmou.

Seleção Brasileira

Arquivo Estado de Minas
Taffarel foi tetra com a Seleção em 1994
O título nos EUA em 1994 traduz o ápice de Taffarel com a camisa da Seleção Brasileira. Com a “Amarelinha”, o ex-goleiro jogou três mundiais e sofreu 18 gols em 15 partidas. Na decisão da Copa, o ex-arqueiro pegou a penalidade de Massaro e viu Baggio isolar a chance de conquista da Itália. A sensação de conquistar o torneio mais importante entre seleções é descrita pelo ex-jogador.

“É emocionante. Inesquecível. Aquela foi a primeira Copa decidida nos pênaltis. Depois de 24 anos, o Brasil voltou a ser campeão. Não esqueço aquele último pênalti e a comemoração. Pensava que eu tinha que ajudar. A responsabilidade é de quem vai bater, mas o goleiro precisa ajudar o time, passar confiança”, contou Taffarel, que era conhecido como exímio pegador de pênaltis.

“A técnica para defender pênaltis é esperar a cobrança. Você deixa o atacante na dúvida. Mas se o chute é forte e no canto, chegar na bola é muito difícil. Você tem que contar com o nervosismo do cara que vai bater, pois ele quer definir logo”, revelou.

Treinador de goleiros

Depois de tentar a carreira de empresário, Taffarel se tornou treinador de goleiros. Contratado pelo Galatasaray há um ano, ele não pensa em virar técnico. “Completou um ano que trabalho lá na Turquia. A gente no Sul tem uma história de goleiros que ajuda bastante nessa função. Hoje, trabalho com o Muslera, e com dois turcos. Não penso em virar técnico, mas nesse mundo do futebol nada é impossível. Estou começando nessa nova função. Estou gostando bastante e essa experiência ajuda.

Revelado pelo Internacional, Taffarel não conquistou nenhum título com a camisa colorada. Mas as raízes vermelhas serviram para torná-lo ídolo no clube e também para ter se espelhado em um ex-jogador da equipe.

“Na minha época de adolescente, quando eu comecei a jogar, eu fui treinado pelo Benites, goleiro paraguaio que jogou no Inter. Ele foi uma referência para mim. Peguei muito dessa característica de boa colocação com ele. Era o estilo dele. Ele pedia para estar ligado e ficar em pé. Já a saída rápida de bola com as mãos é uma característica minha.”, finalizou

segunda-feira, 18 de junho de 2012

Crônica Alvinegra, A opinião de um Atleticano - Segunda Feira de Luto


  

   Boa Noite Massa Alvinegra, hoje plena segunda-feira dia 18/06/2012, dia de luta para a nossa torcida. Afinal a torcida atleticana ela é diferente, não importa como foi a derrota isso há causa uma imensa tristeza em todos nós. Mas esse luto representa mais uma derrota desse Galo que a anos não traz uma felicidade duradoura a essa torcida, um Galo que a anos não mostra a essa torcida o que é um título de expressão.

   Ainda estamos no início do Brasileirão, e por mais que muitos me criticam por eu falar isso, mas acho sim que o Atlético esse ano tem um bom time para brigar por lugares alto na tabela. Não é por que o time perdeu para o São Paulo dentro do Morumbi que temos que desanimar, afinal perder lá contra o time completo do São Paulo jogando em sua casa ainda em dia de comemoração para eles não é nenhum espanto. Qualquer time do campeonato que perdesse esse jogo não teria motivo nenhum para condenar. O que não poderia é ter por exemplo perdido ponto dentro de casa para o Bahia, em um jogo que o time domina por completo e toma um gol de besteira.

   No próximo sábado o time volta a campo para jogar contra o Náutico no Independência, esse tem que ser o jogo de recuperação do Galo, e claro com o apoio da massa. É um jogo realmente muito chato de se jogar, muitos trazem o Náutico como uma equipe fraca e que o Atlético tem obrigação de vencer. Concordo que o torcedor quer sempre um show do time, mas esse é um jogo que se ganhar de 1x0 ta de bom tamanho. A equipe deles vão vim como o Bahia em que se conseguir o empate é uma vitória. E essa partida marca também a estréia do R49 dentro de casa, um jogo em que esperamos algo mais dele que não aconteceu nas duas primeiras partidas. Não estou falando que ele jogou mal, mas também não foi a diferença que esperamos.


   Entrar nesse detalhe também é importante, o que está significando o Ronaldinho no Galo até agora? Para mim por enquanto praticamente nada. Por que o marketing que se pode ter com ele até agora não se foi o explorado. O futebol está sendo um futebol comum que se pode encontrar em outro jogador, mas se ele tiver vontade, o time aprender a jogar com ele, e a imagem dele for bem aproveitada, ainda dá para ter muito lucro tanto dentro quanto fora de campo com a sua presença no time.

   Vou encerrando por aqui, espero que minha próxima crônica na segunda possa ter melhores notícias, que nela eu posso falar de uma vitória do alvinegra, e um dia quem sabe de um título de expressão de nossa equipe.


Mas estou confiante, e espero ser retribuído.


Rafael Ribeiro (@faelgalo10)


@sitedogalo13

domingo, 25 de março de 2012

Atlético: 104 anos e milhões de corações alvinegros

texto: atletico.com.br


Os milhões de Atleticanos espalhados pelo mundo comemoram, neste domingo, o aniversário de 104 anos do Clube Atlético Mineiro.

Fundado em 25 de março de 1908, em Belo Horizonte, o Galo rompeu fronteiras para se tornar um dos grandes clubes do futebol mundial.

Confira alguns depoimentos sobre o aniversário do Atlético:

- “Eu quero deixar uma mensagem de parabéns a todos nós. O aniversário do Atlético é o aniversário da nossa paixão, é o aniversário da nossa alegria, da nossa tristeza, enfim, o aniversário do Atlético é o aniversário dessa insanidade apaixonante que é ser Atleticano. Então, a nós todos, que somos a única razão do Atlético viver, eu deixo aqui os parabéns, e que Deus nos abençoe nos próximos anos”. (Alexandre Kalil – Presidente)

- “Parabéns ao Atlético pelos seus 104 anos de história, uma história muito bonita, da qual me sinto orgulhoso de fazer parte de um pedacinho, bem pequeno que seja. Quero passar para o nosso torcedor que a gente tem trabalhado muito para poder dar um presente para eles nesse ano, eles merecem e se Deus quiser vai acontecer”. (Cuca – Treinador)

- “É um prazer muito grande poder desejar um feliz aniversário para o nosso glorioso Clube Atlético Mineiro, que está completando 104 anos de vida. É uma alegria muito grande participar dessa festa, viver essa emoção que só os Atleticanos sabem como é. Parabéns Galo, valeu torcida, vamos nessa. É caixa”. (Mário Henrique “Caixa” – Narrador esportivo da Rádio Itatiaia)

- “Completar um centenário já é muito difícil, passar um centenário, então, acho que é uma benção, uma glória, ainda mais nessas ótimas condições. Parabéns para toda a diretoria do Atlético e para todos os jogadores que escolheram estar aqui hoje e escolheram porque existe uma infraestrutura condizente ao que eles precisam para mostrar o seu trabalho em campo. Parabéns, boa sorte ao Atlético este ano e que os resultados venham, que as coisas aconteçam. Acho que 2012 é um ano promissor para este clube”. (Vanessa Riche – Jornalista do canal Sportv)

- “O Atlético é a paixão de milhões, inclusive a minha, é a extensão da família de cada Atleticano. É um orgulho muito grande para mim ter vestido a camisa 9 do Clube Atlético Mineiro e fico lisonjeado com a distinção de ter feito o gol mais importante dos 104 anos de história do Clube. Essa é a maior história da minha vida. Parabéns Galo e continue na luta porque você é grande e valioso. Vamos em frente que muitas glórias virão”. (Dadá Maravilha – Ex-atleta)

- “Quero parabenizar o Atlético pelos 104 anos. Fico feliz de estar podendo participar desta história e quero dizer aos torcedores que continuem com a gente porque vamos dar muitas alegrias para eles ainda”. (Bernard – Atleta)

- “Parabéns Galo, pelos seus 104 anos de história. Quero desejar felicidades e muitas conquistas para todos nós”. (Pierre – Atleta)

- “Quero deixar os meus parabéns pelos 104 anos do Atlético, eu que já faço um pouco parte dessa história, antes como jogador e, hoje, como funcionário. Desejo que o Atlético posa conseguir tudo que precisa neste ano, que é conquistar alguns títulos para dar alegria à grande torcida alvinegra”. (Eduardo Vasconcelos, “Seu Du” – Massagista e Ex-atleta)

- “Que Deus dê muita saúde a todo mundo, aos torcedores, à diretoria, que está trabalhando certo. Parabenizar a nós torcedores, de muitas glórias que já tivemos e vamos ter daqui para frente, muitas ainda”. (Seu Laerte – Torcedor)

Galo completa 104 anos de glórias e coleciona fanáticos torcedores


Maior patrimônio do clube, a massa atleticana espera que, em 2012,
o time retome a hegemonia em Minas e conquiste um título nacional



Por GLOBOESPORTE.COMBelo Horizonte

O Clube Atlético Mineiro, um dos times mais tradicionais e populares do futebol nacional e maior vencedor do Campeonato Mineiro, completa, neste domingo, 104 anos. Desde 25 de março de 1908, quando um grupo de estudantes se reuniu no coreto do Parque Municipal, em Belo Horizonte, o clube coleciona títulos e fanáticos torcedores.
torcida atlético-mg avaí (Foto: Bruno Cantini / Site Oficial do Atlético-MG)

Torcida do Atlético-MG faz a festa na Arena do Jacaré (Foto: Bruno Cantini / Site Oficial do Atlético-MG)

O Atlético-MG é o recordista de títulos estaduais em Minas, com 40 conquistas. Outra façanha do Galo é o fato de ter se tornado o primeiro campeão brasileiro da história, com o título nacional de 1971. O bicampeonato da Copa Conmebol (1992 e 1997) e a conquista de tradicionais torneios europeus, como o Troféu Ramon de Carranza (1990), entre outros, marcaram a trajetória alvinegra.

Porém, o momento mais triste da história do Galo aconteceu em 2005, quando foi rebaixado, pela primeira e única vez, no Campeonato Brasileiro. Mas o clube se redimiu no ano seguinte e retornou à elite ao conquistar a Série B de 2006. A galeria de célebres jogadores atleticanos passa por nomes da velha guarda, como Guará e Mário de Castro, e da era do primeiro título nacional, como o artilheiro Dadá Maravilha.

Nos anos 70 e 80, o clube teve craques como o zagueiro Luisinho, o meia Toninho Cerezo e os atacantes Reinaldo e Éder. Na história recente, destaca-se o atacante Marques, que se aposentou dos gramados a pouco tempo.

Atualmente, presidido por Alexandre Kalil e comandado em campo pelo técnico Cuca, o Atlético-MG busca retomar a hegemonia em Minas e seu primeiro título na Copa do Brasil. O clube também planeja voltar a brilhar no Brasileirão. O objetivo é disputar a Libertadores de 2013.

domingo, 30 de outubro de 2011

Salvando vidas, resgatando sonhos




Hoje eu peço licença aos atleticanos, pois o texto não será direcionado à torcida, mas sim aos jogadores, aqueles que decidirão nosso destino nos próximos dias. Não tivemos um ano bom em 2011, com atritos em Bh, Sete Lagoas, Ipatinga e até mesmo em outros estados. Alguns de vocês não faziam parte desse grupo no início do ano, mas quem esteve no encontro entre jogadores e torcida, onde toneladas foram arrecadadas para as vítimas das enchentes, jamais imaginaria que veríamos as cenas de desavença na porta dos estádios, centro de treinamento e hotel. Procuro traduzir nas próximas linhas o que realmente aconteceu e para isso uso uma metáfora para facilitar a compreensão.


Imaginem alguém que vocês realmente amam, como um parente, alguém que justifica a vida de cada um e que num momento de doença é levado às pressas a um hospital. Você se apresenta, fala do estado dele e senta para aguardar o atendimento médico. O tempo vai passando sem que ninguém faça nada, médicos entram e saem do local sem olharem para o lado, enquanto a febre aumenta. Aquela pessoa em seus braços é sua vida e você não cogita a ideia de perdê-la. Em um momento de desespero, se levanta, vai até a portaria e bate na mesa, aumenta o tom da voz com a atendente, diz que nenhum daqueles médicos está trabalhando, que estão de braços cruzados. Quando empurra a porta, adentra o local e encontra toda a equipe médica se esforçando para salvar outra vida em estado grave. Você não imaginava o que se passava lá dentro e só agiu daquela maneira para salvar a vida daquilo que mais ama. Outro médico chega e atende o enfermo, lhe medica e quando ele apresenta uma melhora, tudo aquilo que você imaginou sobre os médicos cai por terra, você cria uma admiração por aquele profissional que se estenderá por toda a vida.


Assim foi o Galo em 2011. Chegamos com um time ferido da temporada passada e cada um que desembarcou aqui sabia dessa situação. Começaram os jogos e, mês após mês, vimos um cenário cada vez pior. Diferentes profissionais entravam e saíam, mas o problema não era resolvido e o pior estava por vir. Entendo o lado profissional de cada um e sei que a rotina de viagens, mudanças e treinos impedem que vocês conheçam o time mais a fundo. Eu lhes digo, pois morei em diferentes cidades e visitei desde os bairros mais nobres até barracos onde famílias dividiam um só quarto. O Atlético é capaz de gerar uma paixão indescritível em todos esses grupos, da mesma forma, causando o mesmo impacto. Milhões de pessoas acordam imaginando se aquele é o início de um novo tempo, esperam o momento do gol durante toda a semana e essa camisa alvinegra justifica o dia a dia de todos. Assim como o carinho de um pai e filho, todos querem o bem do Atlético e se esse precisa de atendimento e não encontra, a paixão dá espaço à loucura e o instinto de defendê-lo fala mais alto.


Não sabemos o que acontecia dentro das paredes da Cidade do Galo, por isso cobramos de uma forma que chamasse a atenção de vocês, os médicos. Talvez estivessem atendendo a problemas maiores em seus lares, passando por tribulações e dificuldades que a vida proporciona sem escolher o jogador ou o torcedor. Não sabemos se foi esse nosso grito de desespero que funcionou e provavelmente nunca teremos essa resposta, mas os batimentos cardíacos voltaram e a luta pela vida recomeçou. Hoje vocês entram em campo fazendo o impossível para salvar aquilo que mais amamos – o Atlético – e independente do que aconteceu, somos gratos por esse respeito à nossa camisa. Assim como aquele médico que percebeu o ente querido necessitando de um atendimento e o salvou, esperamos que vocês salvem nossa história centenária, jogando com o que mais valorizamos, raça e amor.


As cicatrizes dos piores momentos ficarão, mas hoje eu lhes digo que entrem como médicos dispostos a escrever novas páginas e reconquistar a todos. A juventude talvez impeça a compreensão de tudo que aqui foi dito, mas um dia a velhice chegará e o corpo não terá forças para provar de tudo que as cifras oferecem, mas o sorriso plantado hoje ainda dará frutos e sempre terá uma mão estendida em sua direção a lhe dizer – Conte comigo, afinal foi você quem salvou aquilo que mais amo. O Clube Atlético Mineiro.


Os 71 do Presidente – Parte 6




Leonardo Silva


Onde estava antes de vir – Foi o xerife da zaga nas duas temporadas que jogou pelo Cruzeiro. Foi carrasco do Galo em clássicos até atravessar a lagoa.


Sua passagem por aqui – Ao lado de Réver, forma a dupla que ganhou o apelido de torres gêmeas. Apesar do esforço da diretoria para sua contratação, Leo Silva reveza boas e más atuações no Atlético. Ainda não justificou o investimento feito no início do ano.


Luiz Eduardo


Onde estava antes de vir – Após passar pelo Santa Cruz, Dorival Junior quis o zagueiro que havia acabado de chegar no Mogi Mirim, mesmo com várias peças para a posição no grupo.


Sua passagem por aqui – Em sua apresentação, o jogador disse que ganhava o maior dos presentes, por ser atleticano desde criancinha. E foi só. Luiz Eduardo é um dos anônimos que inflam ainda mais o número de jogadores da Cidade do Galo.


Magno Alves


Onde estava antes de vir – Voltou ao Brasil e foi jogar no Ceará como o salvador da Pátria.


Sua passagem por aqui – Mesmo com 35 anos, o atacante é quem mais entrou em campo, na temporada, com 47 jogos. É também o artilheiro da temporada. Ficou marcado na final do Campeonato Mineiro, por ter perdido um gol cara a cara com Fábio. Chegou no Atlético como um sonho antigo do diretor Maluf.


Mancini


Onde estava antes de vir – Após empréstimo da Inter ao Milan e um retorno apagado à Inter, Mancini encerrou sua passagem pela Itália.


Sua passagem por aqui – Chegou afirmando que não era o lateral que deixou o time na década passada. Queria jogar no ataque, pois, segundo o jogador, tinha calibre pra isso. Após um péssimo rendimento na posição, voltou para a lateral e perdeu sua vaga para Carlos César.


Marquinhos Cambalhota


Onde estava antes de vir – Após 10 anos no Japão, chegou sendo bancado por Maluf. O diretor afirmou que Marquinhos era um fenômeno e caso o jogador não fizesse uma boa temporada, ele estaria disposto a ressarcir o clube financeiramente.


Sua passagem por aqui – Não há o que falar.


Patric


Onde estava antes de vir – Após lutar contra o rebaixamento no Avaí, o Benfica negociava outro empréstimo a times do Brasil.


Sua passagem por aqui – 1 milhão de euros por 50% do passe faz com que Patric brigue pelo título de mico do ano. Mostrou ser o típico jogador que faz boas apresentações em times pequenos e só.


Onde está – Perto de subir para a série A, com a Ponte Preta.


Pierre


Onde estava antes de vir – Apesar de ser ídolo na torcida palmeirense, não vinha sendo aproveitado por Felipão. Após um vídeo que rodou a internet, onde Cuca pedia aos atleticanos para pressionarem a diretoria pela contratação do jogador, Pierre desembarcou em Belo Horizonte.


Sua passagem por aqui – Mudou toda a maneira de jogo do Atlético. Deu maior segurançaao meio e protegeu a zaga. É quem mostra mais vontade e raça entre os jogadores.


Richarlyson


Onde estava antes de vir – Passagem vitoriosa pelo São Paulo, mas nunca foi aceito pela torcida tricolor e a diretoria não renovou seu contrato para 2011.


Sua passagem por aqui – Começou a temporada como intocável nas escalações. Como não se encaixou no meio, começou a servir de tapa-buraco na lateral esquerda, onde também não emplacou. Atualmente é reserva, mas entra na maioria dos jogos.


Toró


Onde estava antes de vir – A diretoria do Flamengo não tinha interesse em renovar com o jogador que já estava no Clube há 5 anos.


Sua passagem por aqui – Pouco futebol e muito barulho. Chegou a ofender um torcedor após uma partida no norte do país.


Onde está – Afastado pela diretoria, permanece na Cidade do Galo até que encerre seu contrato de 3 temporadas.


Triguinho


Onde estava antes de vir – Um extenso histórico de lesões no Coritiba fez com que o time paranaense não se esforçasse em segurar o jogador.


Sua passagem por aqui – Após vários jogadores passarem pela posição durante a temporada, Triguinho faz boas partidas e emplaca mais uma boa indicação do técnico Cuca.


Wesley


Onde estava antes de vir – Rebaixado com o Grêmio Prudente, foi um dos destaques da equipe.


Sua passagem por aqui – Chegou como meia-atacante, mas com a linha de frente inflacionada, Wesley foi usado até mesmo como lateral-esquerdo.











@faelgalo10




Créditos: http://camisadoze.net/

Os 71 do Presidente – Parte 5




André


Onde estava antes de vir – Não marcou nenhum gol em sua passagem pela Europa. Contando o tempo no Dínamo de Kiev e Bordeaux, passou 1 ano sem balançar as redes.


Sua passagem por aqui – Não teve ainda uma sequência de jogos que passasse confiança para a torcida. Poucos jogos e poucos gols marcam sua passagem pelo Atlético, até o momento.


Caio


Onde estava antes de vir – Após lutar para não cair, pelo Avaí, foi para o Al-Khor, do Qatar.


Sua passagem por aqui – 12 jogos, sendo 9 derrotas. Mais uma péssima contratação que chegou elogiada pelo diretor Maluf.


Onde está – Reserva na Ponte-Preta, pela série B.


Carlos César


Onde estava antes de vir – Após o Mineiro no Guarani de Divinópolis, disputava a série B, pelo BOA.


Sua passagem por aqui – Surpreendeu nos primeiros jogos, sendo um dos destaques da equipe.


Didira


Onde estava antes de vir – Ídolo no Asa de Arapiraca.


Sua passagem por aqui – Poucos minutos em campo para uma avaliação.


Dudu Cearense


Onde estava antes de vir – Criticado no Olympiakos da Grécia por ter o maior salário e pouco jogar. Seguidas lesões o tiravam das principais partidas do time.


Sua passagem por aqui – Por enquanto, repete as lesões que sofreu na Europa e mais nada.


Gilberto


Onde estava antes de vir – Bom campeonato catarinense pelo Marcílio Dias.


Sua passagem por aqui – Emprestado até o fim da temporada e com passe fixado em 1 milhão de reais, o jogador é mais visto na noite da capital que nos jogos do Atlético.


Giovanni


Onde estava antes de vir – Rebaixado para a série B com o Grêmio Prudente, mantendo a tradição de um goleiro que se destaca em um dos times rebaixados.


Sua passagem por aqui – Após seguidas falhas de Renan Ribeiro, ganhou uma vaga no time titular, mas voltou para a reserva com a chegada de Cuca. Com uma defesa e meio frágeis, fica difícil avaliar a atuação do goleiro.


Guilherme


Onde estava antes de vir – Saiu do time azul e teve passagem apagada pela Europa, apesar de uma ótima estreia.


Sua passagem por aqui – A contratação mais cara da história do futebol mineiro concorre ao prêmio de mico do ano. O atacante faz péssimas partidas, anda em campo e não demonstra vontade alguma em estar no Atlético. Recebe vaias da torcida em quase todos os jogos.


Guilherme Santos


Onde estava antes de vir – O Atlético adquiriu 30% do jogador que estava no Almería. Não emplacou na Europa, após 3 anos.


Sua passagem por aqui – Indisciplina tática, desentendimentos com a torcida e com outros jogadores. Entrou para a lista de investimentos catastróficos.


Onde está – Treina separado do time principal, na Cidade do Galo.


Jóbson


Onde estava antes de vir – No Botafogo, se envolvendo em confusões dentro e fora do campo. Quando assinou com o Atlético, o jogador já estava com a carreira marcada por ter sido flagrado no anti-dopping.


Sua passagem por aqui – O atacante só precisou de 2 meses para ter problemas fora do campo e com Dorival Junior. Jóbson pediu para sair


Onde está – Passagem rápida no Bahia, mas tempo o suficiente para mais conusões. Após mais uma porta fechada no futebol, Jóbson voltou para o Botafogo, mas não será aproveitado até fevereiro de 2012, quando o time carioca decide seu futuro.


Jonatas Obina


Onde estava antes de vir – Vice-artilheiro do Campeonato Mineiro 2011, pelo América de Teófilo Otoni.


Sua passagem por aqui – Virou o reserva que entra em partidas com placares irreversíveis.


Lee


Onde estava antes de vir – Reserva no Vitória, não teve seu contrato renovado em 2011.


Sua passagem por aqui – Quando Renan Ribeiro ou Giovanni estão vetados, Lee disputa uma vaga no banco de reservas com Paulo Victor.













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Créditos: http://camisadoze.net/